Por Rafael Kenski
O assunto é uma polêmica que existe há algum tempo, mas continua crescendo e gerando discussões. Trata-se do “i-dose”, também conhecido como “droga digital”, que estaria viciando os jovens via internet. Os i-doses são arquivos de MP3 feitos especialmente para induzir estados alterados em quem ouvir, dando supostamente sensações parecidas com as do consumo de maconha e ópio.
A Secretaria de Narcóticos de Oaklahoma, nos Estados Unidos, declarou, no mês passado, estar preocupada que o consumo dessas músicas leve os jovens a outros tipos de psicotrópicos. Vai ser uma disputa interessante: desde a pré-história, a humanidade usa músicas para entrar em transe. E, assim como as tentativas de controle na troca de arquivos de música e vídeo, barrar o consumo desses MP3 será quase impossível.
Se você estiver curioso, uma busca no Youtube por “idose tracks” vai trazer um cardápio completo delas. Espero que isso não faça de mim um traficante.
Fonte - Super Interessante












Por volta das 23h30min, do dia 28 de dezembro 2010, Uma operação comandada pelo comandante da unidade da 54 CIPM, MAJOR MOTTA LIMA, em abordagens de rotina nos bares da cidade de Campo Formoso, BA, quando a guarnição se aproximou do (BAR LUCENA DRINKS), a proprietária ficou apavorada, percebendo sua situação, foi feita uma abordagem completa em todo recinto, encontrando 110 (cento e dez papelote de cocaína) e uma pedra com aproximadamente 100g (cem gramas da mesma droga), e R$ 485,00 (quatrocentos e oitenta e cinco reais) em espécie, foi conduzida ao Complexo Policial da cidade de Senhor do Bonfim, BA, a dona do estabelecimento, Lucena Neves Nascimento Viana, 32 anos, e lavrado o flagrante.











