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Book Fotgráfico - Como Começar
A fotografia é uma prática maravilhosa. A pessoa começa com uma câmera simples, fotografando a família ou as viagens. Logo percebe que a coisa oferece centenas de possibilidades e investe em um equipamento um pouco melhor. Tudo vai se desenvolvendo até chegar a equipamentos reflex, onde a qualidade atinge o patamar mais elevado dentro da fotografia. Metade dos fotógrafos nesse ponto começam a pensar em entrar na vida profissional e fazer a fotografia render alguma grana. Se você se encontra nessa encruzilhada, então esse pequeno tutorial é para você.
Book Fotográfico
É uma das coisas mais fáceis de fazer na fotografia, mas ao mesmo tempo não é simples. Pode parecer contraditória essa afirmação, mas ela se torna verdade quando começamos a pensar nos vários problemas envolvidos. É simples porque o equipamento necessário pode ser o mais barato. É complicado porque o mercado está saturado, mas para quem faz a fotografia com paixão sempre há espaço. Isso mesmo meus amigos, quem trabalha com fotografia com paixão, e não apenas como profissão, possui mais chance de se destacar no mercado. A concorrência pura e simples com os grandes minilabs é impossível. Quando digo minilabs, estou me referindo àquelas lojas de revelação que viram uma grande oportunidade de faturar com a fotografia digital e montaram pequenos estúdios onde o próprio balconista da loja faz as fotos. Eles cobram barato, podem dividir em muitas parcelas no cartão de crédito e, invariavelmente, entregam um trabalho horrível e brega. Então a sua disputa com eles tem que ser na qualidade e não no preço.
Conhecimento
Isso é básico, mas continuo falando por aqui. Estude até ficar com calo no cérebro. O índice de HBC (horas x bunda x cadeira) de um fotógrafo tem que ser absurdamente alto. Isso separa você do indivíduo que comprou uma câmera digital e já se acha um fotógrafo profissional. Entenda o comportamento da luz, domine seu equipamento (tem que ler o manual, não tem jeito) e forme um senso de estética. Para se sair bem na fotografia de book é necessário entender as técnicas do retrato (e isso vai até compreender os diferentes tipos de formato de cabeças e como melhor fotografá-los) e técnicas de direção de modelo. Se você é tímido, isso vai ser um problema gigantesco. Você vai lidar com os mais diversos tipos de pessoas e saber se relacionar com elas é essencial. Existem cursos e livros que podem ajudar na obtenção de conhecimento nessa área. Veja as dicas ao final do texto.
Equipamento
É possível começar com as câmeras reflex de entrada. Elas possuem uma qualidade de imagem aceitável e todos os recursos que você vai necessitar para executar uma boa fotografia de book. O único ponto negativo seria a qualidade da lente do kit. Embora ela seja superior a qualquer câmera compacta a venda, ainda é possível melhorar. Por isso, de início, eu indico a compra de uma lente 50mm f/1.8. São lentes com uma ótima qualidade de imagem e custam barato (tanto Canon quanto Nikon). Outra coisa básica para começar é um rebatedor circular com as cores prata e dourada e um flash externo. Se não possui dinheiro suficiente para um flash ttl de início, procure um flash eletrônico. Eles são mais baratos, porém mais complicados de serem regulados. Mas, veja pelo lado bom, tudo que é mais complicado na fotografia gera um enorme ganho de conhecimento.
Local
Como você está começando agora, provavelmente não possui um estúdio fotográfico. Então aqui a solução é trabalhar com o book externo. As locações são praças, parques ou locais no campo. Aconselho a procurar em sua cidade os locais propícios para a prática, lembrando que é muito bom ter nesses locais a possibilidade da troca de roupas (banheiros públicos). Book externo é mais complicado do que um book em estúdio, pois não existe a possibilidade de controle da luz. Você tem que saber de antemão como a luz do sol se comporta naquele local durante as estações do ano. Sei que na mente das pessoas comuns existe todo o glamour do estúdio fotográfico, mas profissionais sérios costumam cobrar mais caro por fotos externas, justamente por conta do controle da luz. Nessa situação, você vai se utilizar muito do rebatedor e do flash para luz de preenchimento.
As Primeiras Vitimas
Se você nunca fez um book em sua vida, não vai vender o serviço para a primeira cliente que aparecer. Não vai sair uma coisa que presta e você estará sendo desonesto. As primeiras vítimas, ou modelos, são sempre pessoas do seu circulo pessoal, como irmãs, amigas, primas. Treinar antes de se aventurar é o caminho mais seguro para não passar vergonha. Nesse negócio vivemos de indicação. Uma cliente satisfeita é garantia de mais três orçamentos de amigas. Aqui entramos em um ponto muito importante para o sucesso da empreitada. A formação de um portfólio. Quando tiver um número de imagens suficientes para montar um pequeno portfólio se dirija até um minilab e monte um álbum com fotos 20x30cm. É possível mostrar o portfólio no notebook? Sim, mas o impacto das fotos impressas é maior. Se você quer conquistar e vender o serviço, quanto maior o impacto melhor.
Futuros Clientes e Apresentação do Trabalho
Clientes para book são das mais diferentes classes sociais e idades. Apresente-me uma adolescente que nunca pensou em fazer um book e ficarei assustado. Embora a maioria dos clientes seja de mulheres, alguns homens aparecem. É necessário saber como fotografar ambos os sexos. Homem, em minha opinião, é mais complicado de ser fotografado, justamente por existirem opções menores de situações. Mulheres são mais românticas e se envolvem mais nos personagens criados. Marque o primeiro encontro em um local público e leve seu portfólio e um conjunto de pacotes com várias opções de preço. Aliás, preço é uma coisa que deve ser levada a sério. Sempre tenha ele bem definido e nunca o baixe só para pegar aquele trabalho. Invariavelmente você sempre fica preso a esse preço mais baixo. Em longo prazo não compensa. Nunca marque encontro com menores de idade sem a presença de um responsável. Todo trabalho deve ser firmado através de contratos onde os direitos e obrigações de ambas as partes devem estar bem definidos. Esse responsável deve acompanhar a menor no dia das fotos também. Sempre prefira a mãe ou irmãs como acompanhantes. Pai e namorado tendem a deixar a modelo inibida e isso não é bom para o resultado das fotos.

Maquiagem e Cabelo
Como não existe a possibilidade do estúdio ainda, fazer maquiagem e cabelo é uma coisa complicada. O cabelo tem que ficar por conta da própria modelo que já chega pronta para as fotos. Maquiagem já é uma coisa que pode ser feita na hora. Nesse ponto é necessária uma parceria com alguém que faça essa maquiagem para você. Isso pode ser incluído como um gasto no pacote vendido. Muitas modelos não gostam de pagar por isso e levam uma amiga para fazer a maquiagem. É uma responsabilidade a menos para você, mas não uma preocupação a menos. Uma maquiagem bem feita é 50% a menos de trabalho na hora de editar as fotos. Se você não entende nada de maquiagem, então está na hora de aprender. Faça um curso rápido, pelo menos para orientar a maquiadora sobre o que você quer na hora das fotos.

A sessão de fotos
Aqui é onde a coisa fica realmente difícil. Em primeiro lugar você deve demonstrar extrema confiança no que está fazendo. Isso vai tranqüilizar todo mundo que estiver presente no dia, inclusive a modelo. É bom o (a) modelo levar quatro trocas de roupa, mas normalmente elas chegam com uma mala de viagem abarrotada. É importante você participar da seleção das roupas que ela vai usar, sempre evitando combinações que fujam um pouco do senso de normalidade. Escolha a roupa menos interessante para o começo e deixe as melhores para o fim, quando a modelo estará mais relaxada e espontânea. Existem modelos extrovertidas, onde você praticamente a segue apenas fazendo as fotos, e outras que simplesmente travam na hora do click. Essas são as mais difíceis de lidar e você vai ter que criar todas as poses e expressões faciais. A posição das mãos é muito importante nessa hora. Nada pode passar a impressão de que aquele é um momento tenso, e as mãos são a primeira coisa que demonstra isso.

Enquadramentos e composição
Aqui entra muito do estilo do fotógrafo. Eu gosto de romper com as regras. Faço fotos abertas, uso a grande angular para distorcer e faço cortes inusitados, mas não deixo de fazer o básico da receitinha de bolo. Não é toda cliente que gosta de algo mais ousado do ponto de vista da composição, afinal de contas você está vendendo um produto. Uma dica útil é regular seu equipamento para usar como ponto de foco o centro da imagem. Dessa forma, sempre de preferência para o foco nos olhos. Faça várias imagens tendo o rosto como tema principal. Em outras, a preferência fica com o corte na altura da cintura. Uma coisa muito usada hoje em dia é fazer o corte do retrato de modo que a parte superior da cabeça fique fora do retrato, não deixando toda a cabeça evidente. Embora uma locação agradável ajude na composição das fotos, o ambiente não pode chamar mais atenção do que a modelo. Tenha em mente que ela é o objeto principal a ser registrado e o foco das imagens. Use cortes, posições diferentes, enquadramentos que fujam do normal, mas não esqueça o básico. Só experimentando você vai construir seu estilo.

Produto entregue
Depois que você fez as fotos e já tratou todas no Lightroom2 (sim, isso foi uma indireta), agora é hora de entregar as fotos para a cliente. Aqui voltamos nos pacotes que você já criou e mostrou para sua cliente. O interessante é você cobrir todas as possibilidades e focar em diversos públicos. Hoje em dia, existem clientes que querem fotos apenas para colocar nas redes sociais (Facebook, principalmente). Existem clientes que querem o book completo impresso com tudo que tiver direito. Então são dois extremos que devem ser observados. Um toque para quem está começando é que não existe mais a prática de montar aquele álbum com fotos dentro de sacos de plástico. Quem entrega foto no saquinho hoje em dia é fotógrafo que parou no tempo. Procure uma boa encadernadora fotográfica em sua cidade ou as diversas opções de livros encadernados que temos na internet. Eu recomendo a Digipix, que possui diversos modelos e preços interessantes. Garanto que o impacto de um produto com essa qualidade é incrível.
O que tentei reunir aqui foi apenas o que adquiri com a experiência de muito estudo... não sendo uma das minhas qualidades book's. Espero ter ajudado a quem quer começar e gostaria que os outros fotógrafos profissionais que frequentam o Sem Fronteiras também dessem suas opiniões nos comentários.
Quero agradecer ao amigo Alan Davidson que cedeu gentilmente seus trabalhos para abrilhantar o texto.
Em breve novos comentários e dicas sobre fotografia em geral.
Silva, A.
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Objetiva Nikon AF 85mm f1.8

Os lançamentos em janeiro de 2012 começaram a todo vapor logo com a nova Nikon AF-S 85mm F1.8 G, objetiva prime da marca adorada pelos fotógrafos de social, moda e retrato pela nitidez e desfoque gerados.
Desde a introdução dos corpos de entrada sem o motor de foco (D40/x/60/3000/5000/5100) a marca esta devendo uma objetiva 85mm com motor embutido, apenas usuários de corpos intermediários ou hight-end tinham a possibilidade de usar a antiga AF 85mm F1.8D, cujo modelo depende do motor da câmera para realizar o auto-foco, ou então a irmã mais rica, lançada primeiro, a AF-S 85mm F1.4 G N, voltada para profissionais, e devido ao seu alto custo se torna totalmente inviável para a maioria dos usuários de câmeras de entrada, muitas vezes amadores.
Nova versão da 85mm f1.8 é uma nova objetiva, totalmente remodelada e equipada com motor de auto-foco SWM – Silent Wave Motor, tornando-se compatível com todos os corpos digitais da marca além de melhorar a velocidade do auto-foco, a precisão e reduzir o ruído gerado pelo sistema antigo “AF”. O preço sugerido nos EUA é de U$499,00.
A notícia vem em boa hora, juntamente com o anúncio da nova Nikon D4 full-frame.
Visite o site oficial da Nikon e obtenha os detalhes técnicos dessa nova objetiva.
Silva, A.
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Vai imprimir fotos, então fique atento nas medidas!
Olá pessoal, hoje deixo para vocês uma dica super importante sobre o corte impressões em minilabs.
É comum me deparar com alguém reclamando que enviou foto para impressão em laboratórios digitais, os conhecidos minilabs, e as fotos sofreram um pequeno corte aqui ou ali no enquadramento original, mas isso tem uma explicação.

As medidas que são conhecidas no Brasil não representam com exatidão as medidas reais de impressão, isso por que os padrões de tamanhos de impressão são americanos e foram concebidos com a medida polegada que equivale a 2,54cm cada polegada, porém na conversão para utilização no Brasil, arrendodou-se a polegada para 2,50cm afim de facilitar sua memorização e o seu uso:
Tamanho das Impressões:
Popular (cm) | Polegadas | Real (cm)
10x15 cm | 4x6 pol | 10,2x15,2 cm
13x18 cm | 5X7 pol | 12,7x17,8 cm
15x21 cm | 6x8 pol | 15,2x21,6 cm
20x25 cm | 8x10 pol | 20,3x25,4 cm
20x30 cm | 8x12 pol | 20,3x30,5 cm
24x30 cm | 10x12 pol | 25,4x30,5 cm
25x38 cm | 10x15 pol | 25,4x38,1 cm
30x45 cm | 12x18 pol | 30,5x45,7 cm
Vale ressaltar ainda que algumas câmeras capturam a imagem no formato/proporção (lados da imagem) de 1:1, outras no formato 3:2, outra no formato 4:3 e assim sucessivamente, então além de estar atento a medida da fotografia é preciso escolher uma que se encaixe nas proporções da sua câmera/captura, ou realizar um corte/crop para adequar a imagem capturada ao tamanho da saída (impressão).
Além das medidas mencionadas, existem diversos tipos de papel para impressão em minilabs, sendo o mais conhecido o tradicional papel brilhante. Veja alguns tipos de papel:
- Papel Brilhante (glossy) - o mais comum e utilizado principalmente por clientes domésticos. Apresenta alto brilho na superfície.
- Papel Fosco (matte) - o mais utilizado pelos clientes (fotógrafos) profissionais. Apresenta uma textura opaca, sem reflexos.
- Papel Metálico - talvez o menos conhecido e utilizado por ser caro a impressão. As cores passam a apresentar um efeito metalizado com brilho, bem interessante.
Agora você já sabe, quando for imprimir suas fotos nada de "cortar um pedacinho", tem que enviar no padrão correto dos minilabs, aproveita também para experimentar outros tipos de papéis e valorizar ainda mais as suas fotos.
Até a próxima!
Silva, A.
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Distância Focal das Objetivas e o famoso "Zoom".
Me deparei com um assunto bem interessante no facebook hoje, a distância focal de uma objetiva... realmente um equipamento monstro uma Nikon 1.200 - 1.700mm, pensando nisso bolei um pequeno texto para melhor entendermos.
Espero poder ajudar muitos "fotógrafos" que tem dúvidas sobre equipamentos, em especial sobre a distância focal das objetivas e o famoso "zoom" das câmeras que não possuem lentes intercambiáveis como as compactas e superzoom, e também dicas para câmeras com lentes intercambiáveis como as SLR, DSL e DSLR.
Sou um amante da fotografia de paisagens e animais... pesquisei muito sobre o "poder das objetivas" e sempre me deparo com pedidos sobre dicas de câmeras compactas com objetivas poderosas para fotos da avi-fauna.

O Formato
Primeito precisamos entender como é feito a mediação do poder de uma objetiva em aproximar ou afastar a imagem, mas não vamos entrar em questões técnicas e sim simplificar o entendimento para que todos os leitores do Sem Fronteiras possa usufruir destas dicas.
A grande maioria das câmeras fotograficas atuais, sejam as digitais ou as que utilizam filme, tem sua área de imagem baseadas nas películas de 35mm. Existem outras películas mas vamos no ater ao formato mais popular que é o chamado de 35mm.
Dentro do formato 35mm, olho humano equivale a uma distância focal de aproximadamente 50mm, sendo assim fica fácil entender quando uma lente vai aproximar ou afastar um assunto qualquer. Essa é uma forma leviana de explicar a relação da distância focal, expressada em "mm" (milpimetros).
MM ou zoom "x"
A grande confusão entre zoom que é expressado em vezes "x" e a distância focal expressada em "mm" é causada por conta dos fabricantes que popularizam o chamado zoom em "x" como se fosse um parâmetro real de avaliação. Na verdade o zoom em "x" é um parâmetro que informa a variação e não o poder real de aproximação de uma objetiva ou câmera, tanto é que nos manuais de praticamente todas as câmeras compactas ou lente fixa vem especificado o quanto equivale aquela objetiva em relação ao formato 35mm.
Exemplos:
zoom de 4x - equivale em 35mm à 35-140mm
zoom de 10x - equivale em 35mm à 28-280mm
zoom de 20x - equivale em 35mm à 25-500mm
Como fica claro no exemplo acima, os 4x de zoom corresponde a variação da lente que é de 4x entre a maior e menor distância focal, ou seja, basta dividir a maior distância focal pela menor e tará o zoom em "x" da sua objetiva.
Todo mundo um dia já ouviu aquele papo de vendedor que diz: "Essa câmera é boa, o zoom amplia até 6x a imagem!"
A utilização do termo zoom é muito comum nas câmeras compactas, superzoons e afins de lente fixa. Já as SLR, DSL e DSLR que possuem lentes intercambiáveis é utilizada a distância focal real como marcação.
Exemplos:
Objetiva 17-50mm = 2,9x de zoom aproximadamente;
Objetiva 70-300mm = 3,6x de zoom aproximadamente;
Objetiva 50-500mm = 10x de zoom aproximadamente;
Objetiva 300mm = 1x de zoom;
Objetiva 600mm = 1x de zoom;
Agora ficou claro! O que vale mesmo é a distância focal expressa em "mm" que está no manual de todas as compactas e câmeras de lente fixa.
Compactas, superzoons para fotos de natureza
Muitos amigos citam que preferem equipamentos leves com objetiva poderosa. Para natureza, em especial aves é fácil de imaginar que quanto maior a distância focal (mm) melhor será o aproveitamento! A lente pode ter zoom variação na distância focal ou ser fixa no caso das SLR, DSL e DSLR.
Para câmeras SLR, DSL e DSLR recomendo que as objetivas tenham no mínimo 300mm porém o idela é de 400mm para cima.
Já para as câmeras compactas ou superzoom, a objetiva é fixa e por isso recomendo alguns modelos que podem ultrapassar facilmente os 500mm.
Exemplos:
- Canon PowerShot SX30IS com 24-840mm (35x);
- Canon PowerShot SX20IS com 28-560mm (20x);
- Nikon Coolpix L120 com 25-525mm (21x);
- Nikon Coolpix P500 com 22,5-810mm (36,8x);
- Panasonic Lumix FZ40 com 25-600mm (24x);
- Panasonic Lumix FZ100 com 25-600mm (24x);
- Sony Cybershot HX1 com 28-560mm (20x);
- Sony Cybershot HX100V com 27-810mm (30x);
Ou então super compactas com zoom poderoso:
- Nikon Coolpix S9100 com 25-450mm (18x);
- Sony CyberShot HX9V com 24-384mm (16x);
- Canon PowerShot SX130IS com 28-336mm (12x);
- Panasonic Lumix TZ8 com 25-300mm (12x);
Existe no mercado dezenas de modelos de câmeras digitais com objetivas com um zoom bem poderoso, faça uma pesquisa no site dos fabricantes Canon, Fuji, Nikon, Panasonic e Sony e escolha a melhor opção para o seu uso ou necessidade.
Com essas dicas ficou bem fácil escolher a marca e o modelo da sua câmera para fotografar fauna, seja com câmeras que trocam as lentes ou mesmo câmeras digitais de lente fixa superzoom.
Abraços e até uma próxima.
Silva, A.
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Arquivos no Formato RAW
O formato de arquivo RAW da fotografia digital é equivalente a um filme negativo na fotografia analógica, ele é intocável, o “RAW” registra exatamente as mesmas informações do sensor da câmera, pixel a pixel. O formato de arquivo RAW tem ainda de ser submetido a Bayer "demosaincing", e assim ele contém apenas um valor vermelho, verde, azul para cada pixel. As câmeras digitais, normalmente, criam esse arquivo RAW quando fazem uma foto e depois através de alguns processos fazem a conversão dele para um arquivo de imagem JPEG ou TIFF e, em seguida, gravam o arquivo convertido no cartão de memória. As câmeras digitais têm de tomar várias decisões através do processo para gerar um arquivo RAW para convertê-lo para JPEG ou TIFF e assim esse formato de arquivo oferece a você mais controle sobre como a última imagem JPEG ou TIFF será gerada.
Um arquivo RAW é submetido a vários processos antes de ser convertido em um arquivo final de imagem JPEG ou TIFF e em cada uma dessas etapas são feitos diversos ajustes irreversíveis. Uma das principais vantagens da RAW é permitir ao fotógrafo de adiar a aplicação destes ajustes - dando mais flexibilidade para o fotógrafo aplicar depois essas alterações de uma forma mais adequada a cada imagem. O diagrama a seguir ilustra a seqüência de processo para gerar um arquivo JPEG ou TIFF e um RAW.

O processo de Bayer "demosaicing" e balanço de branco acontecem no mesmo passo do processo e envolvem interpretação e conversão de uma imagem com todas as três cores em cada pixel. Se nessa parte conseguíssemos ver a imagem, poderíamos ver o Bayer array deixa a imagem pixelada e dá um tom esverdeado e devido ao processo intensidade luminosa será quadruplicada e nossos olhos não perceberão tudo isso. Uma câmera digital, por outro lado, as diferenças nos registros leveza linearmente - duas vezes a luz produz o dobro da intensidade da resposta no sensor da câmara. Devido a isso as primeiras duas partes do processo a imagem aparecerá mais escuras do que nos próximos passos. Para que os números registrados (pixels) no âmbito de uma câmera digital para ser mostrada como nós percebemos precisam ser aplicados as curvas e tons.
A saturação de cor e contraste também pode ser ajustada antes de tirarmos as fotos dependendo da configuração utilizada na câmera. Na imagem então é aplicado um “sharp” para compensar o efeito “soft” causado pelo demosaicing.
A alta profundidade de bits de uma imagem RAW é então convertido em 8-bits por canal, e compactado em uma compressão JPEG com base na definição dentro de sua câmera. Até esta etapa as informações do RAW estão no buffer de memória da sua câmera.
Existem várias vantagens de se efetuar qualquer uma das etapas acima para conversão de RAW depois no computador pessoal ao invés de fazer tudo direto na câmera. Abaixo vou descrever podemos utilizar esses arquivos RAW e melhora o processo de conversão.
DEMOSAICING
Demosaicing é um processador muito intenso, e assim os melhores algoritmos de demosaicing exigem mais poder de processamento do que existe hoje nas câmeras digitais. A maioria das câmeras digitais hoje utiliza alguns algoritmos mais simples e mais rápidos para fazer a conversão de um RAW para formato TIFF ou JPEG o que, muitas vezes, compromete seriamente a qualidade final dos arquivos. Fazendo o processo de Demosaicing em computador pessoal permite a utilização de algoritmos melhores devido ao melhor poder de processamento de um PC em comparação com uma câmera o que possibilitam um tratamento bem melhor do que é feito na maioria das câmeras digitais. Melhores algoritmos podem tirar um pouco mais de informações do sensor da sua câmera dessa forma é possível produzir mais resolução, menos ruído a melhor qualidade de cor e precisão. Observe a resolução vantagem mostrado a seguir:

Imagens reais a partir de testes com uma câmera Nikon D300 usando um ISO 12233 gráfico. Diferencial entre RAW e JPEG pode variar para cada câmera e software de conversão.
A imagem JPEG não é capaz de resolver as linhas estreitamente espaçadas como os da imagem RAW. Mesmo assim, um arquivo RAW não pode atingir o ideal para mostrar as linhas porque o processo de demosaicing sempre introduz um efeito “soft” na imagem. Apenas três sensores que capturar todas as cores em cada pixel poderia alcançar o ponto ideal como na terceira imagem (como o tipo de sensores Foveon).
Flexível balanço de branco
O balanço de branco é um processo de remoção de cores irrealista nas suas imagens que podem ser causados por determinados tipos de iluminação. As cores irrealista em imagens JPEG podem, muitas vezes, serem removidas no pós-processamento, mas ao custo de perda de qualidade (geração de ruído). Isso porque o ponto branco será efetivamente fixado duas vezes: uma vez na conversão do RAW e novamente no pós-processamento. Arquivos RAW dão a capacidade de definir o balanço de branco em uma foto após a imagem ter sido feita - sem destruir os bits, ou seja, sem perda de qualidade e geração de ruído.
Grande profundidade de bits
As câmeras digitais gravam cada canal de cor com mais precisão do que os 8 bits (256 níveis) por canal utilizado em uma imagem JPEG (consulte “Entender Bit Depth”). A maioria das câmeras atuais captura cada cor com 12-bits de precisão (212 = 4096 níveis) por canal de cor, fornecendo muito mais níveis do que poderia ser conseguido através da utilização de um arquivo JPEG. Quanto maior a profundidade de bits diminui sensivelmente a posterização das imagens e aumenta a sua flexibilidade na escolha de um espaço de cores e no pós-processamento.
O formato de arquivo RAW normalmente fornece consideravelmente mais intervalo dinâmico (”dynamic range”) do que um arquivo JPEG, dependendo de como a câmara cria o JPEG. O “dynamic range” refere-se ao intervalo de luz a escuridão que pode ser captada pela câmera antes de se tornar completamente branco ou preto, respectivamente. Uma vez que os dados de cor brutos não foram convertidos em valores logarítmicos utilizando curvas a exposição de um arquivo RAW pode ser ajustada ligeiramente - após a foto ter sido feita. A compensação de exposição pode corrigir erros de medição, ou pode ajudar a trazer mostrar informações que foram perdidas nas sombras ou realçar detalhes. O exemplo a seguir foi feito diretamente para o sol, e mostra o mesmo arquivo RAW com -1, 0 (sem alteração), e +1 parar a compensação de exposição.



Nota: +1 ou -1 parar se refere a uma duplicação ou redução para metade da luz usada para uma exposição, respectivamente. Outra forma de medir pode ser feito em termos de eV, e assim para +1 é equivalente a +1 eV.
Note ampla quantidade de sombras e luzes altas nas três imagens. Resultados semelhantes não poderiam ser alcançados apenas com ajustes de brilho ou escurecimento de arquivo JPEG - tanto na faixa dinâmica e na lisura dos tons.
Uma vez que um arquivo é gerado RAW o processo de nitidez da câmera não é aplicado nele e assim como o demosaicing, existem algoritmos melhores para nitidez que precisam de intensivo uso de processador. O Sharp realizado em um computador pode criar níveis de ruído proporcionais a quantidade de sharp aplicado na imagem.
A nitidez da imagem depende da distância que ela é visualizada. O formato de arquivo RAW também oferece um controle maior sobre qual o tipo e a quantidade de nitidez é aplicada (dada a sua finalidade). A aplicação de sharp normalmente é a última etapa de pós-tratamento, uma vez que não pode ser desfeita, portanto, ter um JPEG com sharp não é bom.
O formato de arquivo RAW utiliza uma compressão sem perdas, e assim ele não possui ruído visíveis devido a compressão como acontece com as “perdas” da compressão JPEG. Os arquivos RAW contêm mais informações e possuem uma melhor compressão que um TIFF, mas sem perda de qualidade (ruído) da compressão JPEG.
Kodak e a Nikon empregar um algoritmo compressão RAW perdas ligeiras, embora qualquer ruído é muito menor do que seria percebido com a mesma imagem JPEG. A eficiência de compressão RAW também varia com a câmera digital e o fabricante.
Desvantagens
Um problema com o formato de arquivo RAW é que ele não é muito padronizado. Cada câmera tem seu próprio formato de arquivo RAW proprietária e, por isso, um programa pode não ser capaz de ler todos os formatos. Felizmente, a Adobe anunciou uma especificação de negativo digital (DNG) que visa padronizar o formato de arquivo RAW. Além disso, qualquer câmara que tem a capacidade de salvar arquivos RAW deve ter o seu próprio software para lê-los.
Um bom software de conversão RAW pode trabalhar com lotes de arquivos e pode executar todos os processos e automatizar as etapas de conversão exceto aqueles que você escolher modificar separadamente. Isso pode atenuar ou mesmo eliminar a vantagem da facilidade de uso de arquivos JPEG.
Muitas novas câmeras podem salvar imagens JPEG e RAW ambos simultaneamente. Isto proporciona-lhe de imediato uma imagem final, mas mantém o RAW “negativo” para o caso seja necessária uma maior flexibilidade posteriormente.
Então o que é melhor: JPEG ou RAW? Não existe uma resposta, uma vez que este depende do tipo de fotografia que você está fazendo. Na maioria dos casos, o arquivo RAW irá fornecer a melhor solução, devido às suas vantagens técnicas e ajuda diminuir o custo dos grandes cartões de memória. Arquivos RAW dão ao fotógrafo muito mais controle, mas em contra partida exige mais tempo no pós-processamento, mais espaço de armazenamento e facilidade de uso. O RAW, muitas vezes, não vale a pena para fotografar momentos informais e fotos sem muita importância, entretanto quando se fotografa as paisagens e faz fotos como arte deve-se optar RAW, a fim de maximizar a qualidade da imagem das suas potencialidades câmera digital.
E mais importante de tudo, se você faz fotos para a venda, fotografe sempre em RAW, pois o maior motivo de rejeição de imagens de iniciantes no mundo da fotografia Stock é devido ao ruído e, sem dúvida, a utilização de arquivos RAW é a melhor forma de contornar isso.
No próximo artigo vou dar algumas dicas de programas para se trabalhar com RAW e algumas dicas do Câmera RAW da Adobe que é o software que utilizo atualmente.
Até a próxima!
Silva, A.
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Fotografe a Lua
Fotografar a Lua pode ser bastante complicado. Antigamente meu amigo Hugo vinha até o terraço de casa, fotografava a lua, me passava a câmera, e, eu tentava tirar fotos da lua, mas era um verdadeiro desastre, pois a lua ficava parecendo uma grande bola brilhante no céu. Com um pouco de estudo, tentativas e erros (muitos erros), eu aprendi como fotografá-la.
Vou aqui revelar alguns segredos para quem quer fotografar a lua... não é uma tarefa impossível, até mesmo para amantes com câmeras convencionais, porém o adequado seria um equipamento com maiores recursos.
Em primeiro lugar, dependemos exclusivamente de nosso Astro para o sucesso, talvez aí esteja a maior dificuldade em conseguir fotos espetaculares. Nem sempre dá para tirar fotos da Lua, pois ela precisa estar de uma certa forma "preparada" para as fotos.
A parte da Lua:
1. Lua cheia é mais fácil, quanto maior o tamanho dela e mais perto, melhor;
2. Se a Lua estiver muito brilhante, vai ser mais fácil tirar as fotos, mais não vai sair com muitos detalhes. Portanto, nem muito clara e nem muito escura;
3. Sem as nuvens na frente ou com nuvens, tente explorar cada uma das situações, lembre-se, não existe condições não favoráveis, sua imaginação está aó para isso, use-a
4. Mesmo assim, o que eu quero dizer com esses 03 (três) itens é justamente o que eu disse no segundo parágrafo, ou seja, nem sempre que dá para tirar boas fotos.
A sua parte:
1. Tenha paciência, se estiver sem tripé tire fotos no modo Burst (também conhecido como modo contínuo ou sequencial);
2. Um tripe é recomendado, mas dá para tirar boas fotos sem ele;
3. Utilize a lente com maior distância focal que você tiver, recomendo (70mm a 300mm).
A parte da câmera:
1. ISO100 ou ISO200, evite passar disso para não granular a textura da superfície da Lua;
2. Diafragma fechado, f/16 ou f/22 (por isso eu recomendo o uso do tripé), o diafragma fechado vai garantir os detalhes;
3. Estando este 02 (dois) parâmetros ficados, mexa no tempo de exposição e veja o resultado, algumas tentativas e erros mesmo no início. Você não tem parâmetro de comparação nenhum porque o fotômetro não irá ajudar muito, pois existe um breu e uma claridade muito forte, então quando ele fizer a média, não vai acertar 100%. O que você pode fazer é configurar o fotômetro para Spot, de forma que ele não faça a média por um todo, mas mesmo assim aconselho a não guiar-se muito pelo fotômetro;
4. Se seu equipamento tiver a opção de imagem em RAW, melhor.
A parte da pós produção (Lightroom e Photoshop):
1. Caso o céu não tenha saído preto, adicione um pouco de blacks, pois isso irá facilitar todo o trabalho de manipulação, tornando os elementos céu e Lua mais simples;
2. Dê uma esquentada nos tons da foto, a Lua um pouco amarelada é sempre mais bonita, excepto que você queira transmitir uma imagem natural;
3. Fora isso, não mexa muito, mas sinta-se a vontade para fazer ajustes no contraste e no brilho, tomando cuidado para que o céu não deixe de ser preto.
Bem, como comentei no facebook, amanhã 06/04 estaremos recebendo mais uma Lua cheia, que tal tentar registrar este momento?
Em casos de dúvidas quanto a linguagem utilizada, usem o campo de comentários... e caso desejem alguma dica específica deixem seus recados. Espero retornar em breve com mais algumas dicas e curiosidades.
Silva, A.
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A notícia não é nenhuma novidade. Nos últimos anos a empresa vem mostrando um prejuízo atrás do outro e na semana passada a imprensa americana já tinha noticiado que isto iria acontecer, mas mesmo assim é uma penúria para tudo aquele que gostava de abastecer sua câmera com filmes Kodak nos anos dourados. A situação é antiga. Embora seja uma pioneira em desenvolvimento de tecnologia (marca registrada desde o seu nascimento), inclusive das primeiras câmeras digitais, a Kodak não apostou na idéia. Como as primeiras imagens digitais eram muito ruins ninguém da empresa achou que os fotógrafos abandonariam o velho filme fotográfico para investir em algo duvidoso. Neste ponto ela perdeu o bonde da história para companhias como a Sony que investiu pesadamente na nova tecnologia.
No último mês a Eastman Kodak Company apresentou perante um tribunal de Nova Iorque o pedido de concordata com o objetivo de reorganizar os seus negócios. Infelizmente, a empresa não conseguiu levantar o montante necessário para iniciar sua recuperação de longo prazo e a única saída foi o pedido de concordata. Segundo a Lei Americana, a empresa pode pedir a concordata para se proteger dos credores enquanto traça um plano de recuperação. Porém, a coisa não é livre de fiscalização. Tudo é coordenado por um juiz que tem acesso ao livro caixa e à real situação financeira da empresa. Junto aos credores esse plano é traçado e colocado em prática. O comunicado oficial emitido pela Kodak afirma que “A recuperação econômica da empresa visa impulsionar a liquidez nos EUA e no exterior, obter capital não estratégico proveniente de propriedade intelectual, equacionar os passivos herdados e permitir que a empresa se concentre em suas linhas de negócios mais valiosos“. Se vai dar certo só o tempo dirá.
Depois que encarou o futuro digital a Kodak decidiu atirar para todos os lados. Câmeras, serviços de impressão e de hospedagem de imagens, além de impressoras domésticas, foram os alvos. Infelizmente eles nunca conseguiram produzir uma câmera digital digna de nota, embora sejam os fabricantes dos sensores de câmeras da Leica. Agora o ponto principal é tentar eliminar as gorduras e ficar apenas com o que é lucrativo. George Eastman foi o responsável pela primeira grande revolução da fotografia quando fundou a Kodak há 131 anos. Foi ele quem popularizou a fotografia ao criar a possibilidade dela ser feita nos lares, na rua ou em qualquer lugar por pessoas comuns, pois até então você precisava contratar um fotógrafo ou aprender a lidar com químicos e toneladas de equipamentos. Aposto que ele nunca imaginou que sua empresa fosse acabar por não ter tido visão inovadora.

Silva, A.
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Há algum tempo surgiu uma grande oportunidade de adquirir um battery grip para minha Nikon D300. Não deu muito certo, pois era usada e resolvi aguardar por compra uma nova em folha. Mas, minha vontade de possuir o grip não foi por conta de poder utilizar duas baterias, e sim pelo conforto da câmera ficar maior e pelo botão disparador lateral. Eu não faço muito book fotográfico, mas a maior parte das fotos são em formato retrato. Então, por que não investir um pouco em conforto?
Por isso que acho bacana a idéia da Pentax de trazer o disparador lateral para uma câmera compacta. Tudo bem que as compactas não são tão desconfortáveis quanto uma reflex para fotografar na posição vertical, mas qualquer tipo de evolução é bem vinda. A Optio VS20 não nos mostra nenhuma grande revolução tecnológica. A câmera possui 16 megapixels de resolução máxima, 20x de zoom ótico (equivalente a uma 28-560mm), visor LCD de 3 polegadas e estabilizador de imagem agregado ao sensor.

Creio que a grande novidade aqui é a existência do disparador lateral para o acionamento do obturador. Junto a ele encontramos também um botão para zoom e um encaixe extra para tripé. Pode não mudar sua vida, mas se torna uma atração a mais para o equipamento. O lado bom é que o preço não é exorbitante. A nova Pentax Optio VS20 vai estar a venda em fevereiro pelo valor de US$ 249,95 ou R$ 434,95.
Silva, A.
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Acabei de publicar aqui no Dicas de Fotografia 7 páginas fixas com um conteúdo didático para quem está iniciando na fotografia. São 7 lições que cobrem todos os aspectos iniciais da técnica de fotografar: o que é exposição, profundidade de campo, os três pilares da exposição (velocidade, abertura e ISO), entre outros. Veja cada tópico e, se tiver alguma dúvida ou comentário, comente aqui.
Você pode ver essa apostila no Scribd ou fazer o Download do arquivo em PDF. Caso não consiga baixar pelo primeiro link, tente este do RapidShare.
Obs.: Não, ninguém aprende a fotografar em apenas 7 lições. Esse é o início da aprendizagem. Esses são os primeiros itens a serem aprendidos na hora de fotografar. Depois existem milhões de coisas que aprendemos lendo, observando e praticando!
Quem está começando. Esse conteúdo é simplificado ao máximo para melhor entendimento de quem resolveu começar a fotografar agora. Se você já conhece a fotografia vai achar básico demais. Não falei neste material sobre coisas mais intermediárias sobre equipamentos, cartão cinza ou contas complexas para determinar o melhor foco da lente. Deixo isso para quem quiser pesquisar mais além. Repito: este é um guia para quem está começando e quer entender sem complicações os conceitos básicos da fotografia.
Para seguir estas lições é imprescindível ter uma câmera com controles Manuais (M). As câmeras que não possuem controle manual selecionam todos os itens automaticamente – não deixando nenhum espaço para a sua criatividade.
Também é importante que você tenha o manual da sua câmera para saber sempre como editar as configurações mostradas. Como a nomenclatura é basicamente a mesma independente do fabricante do seu equipamento qualquer dúvida está a um item do sumário de ser resolvida.
Este conteúdo “já existe”: todo manual de fotografia começa batendo nessas mesmas teclas. Porém eu tentei criar um conteúdo em língua Portuguesa que seja de fácil entendimento para todos, sem muitas firulas técnicas, assim como tudo que escrevo aqui no Dicas de Fotografia. Foi tudo criado por mim, tanto os textos quanto as fotos que ilustram. Não preciso nem dizer que prefiro que não seja copiado né?
A apostila está sob a licensa de Creative Commons | Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença. Copie, distribua, use como base… mas sempre dê os créditos para o Dicas de Fotografia | www.dicasdefotografia.com.br.
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Nikon D90 Morreu!!!

A Nikon D90 está agora oficialmente descontinuada. A Nikon D90 foi anunciada em agosto de 2008 e foi o primeiro modelo DSLR com capacidade de gravação de vídeo. A D90 é ainda a câmera mais popular no Flickr e encontra-se disponível para venda em quase todas as grandes superfícies.
A D90 foi substituída pela Nikon D7000 em 2010.
Silva, A.
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