“Neste Primeiro de Maio, Dia dos Trabalhadores (e não do Trabalho, como insiste a velha mídia), é preciso recordar que a data vem de uma grande manifestação realizada em Chicago em 1886, pela diminuição da jornada de trabalho para 8 horas, duramente reprimida pela polícia, com a morte de vários trabalhadores.
Que a jornada é praticamente a mesma, embora as condições tecnológicas para explorá-la tenham avançado gigantescamente e, com ela, os lucros das grandes empresas que exploram os trabalhadores. Um momento propício para avançar no projeto de redução da jornada de trabalho, para fazer um mínimo de justiça ao esforço heróico e anônimo dos milhões de trabalhadores que constroem o progresso do Brasil.” (http://www.cartamaior.com.br/) Postado por: Emir Sader.
A partir desta breve análise de dos maiores intelectuais brasileiros, podemos ter uma noção de como está a relação capital-trabalho. Em outras palavras, o trabalhador tendo a sua jornada de trabalho intensificada (critério da produtividade) e de forma extensa (necessidade de sobrevivência), haja vista, que são poucos os trabalhadores que conseguem manter-se com apenas um emprego. Atualmente, os trabalhadores estão “polivalentes”, ou seja, desempenham várias funções para “cobrir” vários postos de trabalho. Essa afirmativa vale tanto para o setor público, quanto privado, podendo ser constatado desde os professores nas escolas e universidades, assim como, com os trabalhadores de fábricas.
A educação deste trabalhador, apesar de todo avanço tecnológico, está piorada, basta verificar os dados sobre os analfabetos funcionais, ou mesmo, o processo ensino-aprendizagem que a todo momento aparecem em revistas especializadas, reivindicações dos trabalhadores, nos sindicatos e nas pesquisas.
Portanto, devemos nos perguntar:
Portanto, poderíamos ainda, listar tantas outras perguntas, mas o momento também é de ação e a classe trabalhadora organizada continua a luta, como por exemplo, com, greves, manifestações, reivindicações, paralisações... Esses são instrumentos legítimos de luta e a sociedade deve se perceber neste movimento, reivindicando no coletivo, condições de vida dignas para todos e todas. Condições essas que não podem ser garantidas no atual modo de produção, qual seja, o capitalismo. Faz-se necessário, urgentemente, transformar o modo vigente para outro que garanta condições de seres humanos a todo o povo, em qualquer lugar do mundo e esse projeto ainda é o comunismo, que não está dado, mas algo a ser construído diariamente pelos homens e mulheres.
Por fim, é dramaticamente atual o seguinte chamado marxista “TRABALHADORES DE TODO O MUNDO, UNI-VOS!”.
Adriano Diniz
Amalia Cruz

DIEGO RIVERA (DETROIT - INDUSTRY- SOUTH) INTRODUÇ...
Dalmo Funchal
Darlan Barreto
Gislene Barreto
Lucelita Vieira
Marcelo Nascimento
Mauricio Couto
Especializada em memória para computadores, a nova...
Rafael Couto
Sandro Silva
Uendel Couto
Adriano Pereira

A Prefeitura Municipal de Campo formoso abre as...
© Taza.com.br ® Todos os Direitos Reservados - 2010-2011
Comentarios
RSS para comentarios a este post.