Sony lança tv com acesso a web e tecnologia do google
A Sony apresentou nesta terça-feira (12) uma linha de aparelhos de TV que usa tecnologia do Google para combinar conteúdo de TV e internet nas salas de estar. A gigante de eletrônicos mostrou televisores de alta definição que também permitirão aos usuários navegar na internet, usar aplicativos, assistir a conteúdo online e pesquisar de maneira mais organizada a programação. Resta saber se os consumidores estarão interessados. Tentativas anteriores de trazer a web aos televisores não conseguiram impressionar.
Mas a Sony, com a ajuda da marca Google e do que definiu como grande campanha de marketing voltada aos jovens, espera convencer os consumidores que
internet e televisão podem estar presentes em um único aparelho.
Jeff Goldstein, vice-presidente de produtos e serviços domésticos conectados na Sony Electronics, se mostrou otimista com a novidade da marca.
- Há muita gente por aí que deseja ver algo mais em seus televisores. Creio que o ritmo de adoção desse tipo de aparelho será muito rápido.
A empresa Forrester Research estima que 43 milhões de domicílios terão televisores conectados, nos Estados Unidos, até 2015, contra pouco menos de 2 milhões em 2010. O grupo de pesquisa afirmou que as ofertas anteriores não haviam sido fortes o suficiente e que muita gente com televisores com acesso à internet nem havia pensado em conectá-los.
Os televisores com acesso à web da Sony vêm prontos para acesso Wi-Fi (sem fio), conexão a redes de banda larga, e funcionam com o sistema Google Android e com o chip Intel Atom.
O preço inicial é equivalente a R$ 995 (US$ 600) para o modelo de 24 polegadas e chega a R$ 2.321 (US$ 1,4 mil) para o de 46 polegadas. A Sony também está lançando um decodificador de R$ 663 (US$ 400) com funcionalidades semelhantes às dos televisores, e que inclui um tocador de Blu-ray.
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Google lança site para projeto experimental de internet ultrarrápida
Google Fiber' prevê oferecer velocidade de 1 gbps para 500 mil americanos.
Cerca de 1.100 comunidades e 200 mil pessoas têm interesse em participar.

O Google lançou nesta terça-feira (13) um site especial para o seu projeto de construção experimental de uma rede de banda larga de altíssima velocidade, anunciado em fevereiro. Desde então, a companhia já recebeu cerca de 1.100 pedidos de comunidades, além de outros 200 mil de pessoas físicas, interessadas em participar da experiência que prevê oferecer internet com velocidade de 1 gigabit por segundo para até 500 mil norte-americanos, a preços competitivos.
“Ao longo desse processo, uma mensagem se torna alta e clara: as pessoas estão sedentas por acesso à internet melhor e mais rápido”, escreveu a gerente de produto Minnie Ingersoll, no blog oficial da companhia.
“Com isso em mente, hoje estamos lançando um novo site chamado Google Fiber for Communities (Google Fibra para Comunidades, em português), no qual você pode aprender mais sobre as redes de fibra óptica e manter-se atualizado sobre o nosso projeto”, explicou a executiva, acrescentando que os usuários poderão também defender políticas públicas – federais e locais – que possam ajudar na implantação de fibra óptica em todo o território norte-americano.
O novo serviço de redes de banda larga de fibra óptica do Google, ainda de acordo com a gigante de internet, será mais de cem vezes mais rápida que as redes que a maioria dos norte-americanos têm acesso atualmente.
Ingersoll informou ainda que o processo de escolha da(s) comunidade(s) deverá ser completado no final do ano, quando o Google fará o anúncio dos beneficiados com o projeto experimental.
fonte - g1
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História do Google poderá ser contada em filme
Sergey Brin, à esqueda, e Larry King são os criadores da empresa
Foto: Getty Images
Seguindo os mesmos passos de The Social Network, um filme sobre a fundação do Facebook, os criadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, podem ganhar um longa sobre sua história inspirado no livro Googled: The End of the World As We Know It, de Ken Auletta, lançado em 2009.
De acordo com o site Deadline, uma companhia cinematográfica já iniciou as negociações para comprar os direitos para adaptação. A diferença seria o foco da história.
Enquanto no filme do Facebook o drama entre seus fundadores é destacado, no do Google o enfoque estaria nas questões tecnológicas que transformaram a empresa em uma potência do mundo digital.
Não existe ainda, no entanto, nenhum pronunciamento oficial sobre a realização deste filme.
Fonte: Terra
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