Acer lança dois computadores multimidia
A Acer lançou no Canadá dois novos computadores multimídias, o Aspire Z3 3 Aspire Z5, ambos com telas Multi touch.
O Z3 AIO possui um display de 21,5 polegadas e configurações de brilho para a iluminação do teclado, suporta resolução de 1080p e gráficos NVIDIA 9200 (opcional), com a GPU Intel GMAX X4500 HD (padrão). O processador é a AMD Athlon ou Pentium II e até 4GB de RAM, com até 1TB de armazenamento. O preço é a partir de CAD $ 649.
O Z5 já é maior e tem 23 polegadas, suporta resolução de 1080p, equipado com opcionais ATI Radeon HD5770 e Intel GMA X4500HD, com até 8GB de RAM e 1 TB de armazenamento. O preço é a partir de CAD $ 849.

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Menor computador do mundo
Este computador mede somente 5 x 5 x 6 centímetros batizado como Space Cube. Que tem um processador de 300 MHz e vem equipado com 64 MB de memória RAM DDR e Slot para memória Flash. As configurações podem não impressionar, mas é admirável ver como o fabricante conseguiu encaixar uma porta USB, conector VGA, além de entrada para microfones e saída para caixas de som em uma caixinha tão pequena como esta.
A placa de vídeo permite uma resolução de 1280×1024 pixels com 65 mil cores. O preço sugerido do computador de bolso é de aproximadamente 550 reais.

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Cientistas utilizam algoritmos de computador para fabricar vacinas
Método foi desenvolvido para gerar imunizações sazonais à gripe.
Chances de gerar novas versões nocivas do vírus são pequenas.

Uma equipe liderada por Dimitris Papamichail, cientista da Universidade de Miami, criou algoritmos de computador capazes de desenvolver vacinas para as diferentes mutações do vírus da gripe.
Divulgado nesta sexta-feira (9) na publicação online Nature Biotechnology, o trabalho consiste no uso dos algoritmos para conceber vírus que sirvam como vacinas vivas. O método, conhecido como SAVE, também poderia ser empregado para outros tipos de vírus, segundo Papamichail.
Para fazer vacinas antivirais, os especialistas enfraquecem o vírus até o ponto de torná-lo inofensivo. O próximo passo é usar o organismo como uma imunização viva, capaz de estimular anticorpos no corpo.
Com o método desenvolvido por Papamichail e sua equipe, os algoritmos sugerem alterações no genoma para que o vírus enfraquecido codifique exatamente as mesmas proteínas que um exemplar normal, porém em quantidades menores.
O problema está na possibilidade de mutações no código do parasita acarretarem a retomada da virulência. Mas o processo desenvolvido pela equipe da Stony Brook University e Papamichail diminui as chances de erro e provoca uma reação do sistema de imunização do corpo que ataca os vírus sadios, mas não é forte o suficiente para gerar sintomas de doenças.
Fonte - G1
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