Notebook com tela dupla

O Spacebook, um titã da tecnologia, pesa em torno de 5,5 kg. Comparado com os computadores portáteis cada vez menores no mercado, que pesam apenas dois ou três quilos, que soa terrivelmente pesado.
“Mais se você quer algo inovador vai gostar das 34” de largura desse notebook quando aberto. Uma super tela extra que pode ser usada para fazer coisas paralelas.
““ Os dois LED backlit 16” e 17” deslizam para fora do laptop um atrás do outro usando um mecanismo de design único, e deslizar para trás no lugar quando você precisa usar apenas um.
As primeiras imagens circularam na internet e está criando um zumbido na indústria de computadores. Ele vai na venda os E.U.A em dezembro e no Reino Unido três a seis meses mais tarde, por menos de £ 1.800 - R$ 5 520.
O Spacebook foi desenvolvido por uma pequena empresa com sede no Alasca chamada Gscreen, o proprietário e designer chefe é Gordon Stewart.
Ele diz que se destina a um número crescente de trabalhadores de escritório, de banqueiros à designers profissionais, que precisam de mais do que um monitor para acompanhar os vários aplicativos ao mesmo tempo.
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Saiba as diferenças entre notebook, netbook, smartphone e tablet
Já faz tempo que o computador se libertou das amarras e dos cabos e saiu das mesas de escritórios. Primeiro veio o notebook, que cabe na mochila. Depois, o smartphone, que cabe no bolso. Daí o netbook. E agora, a sensação do momento é o tal do tablet.
E ainda tem uns indecisos que não sabem se são tablets ou notebooks. A questão é: será que a gente precisa de tudo isso? E qual é o melhor pra você? Por isso fomos até a Avenida Paulista, coração de São Paulo, pra saber o que as pessoas acham
Levamos para a rua alguns dos brinquedinhos tecnológicos mais modernos do mercado. E, claro, a maior novidade sempre chama mais atenção. “Esse é demais! Nunca peguei (um tablet) na mão”, diz um rapaz.
O iPad é um desses fenômenos que a concorrência demora pra entender. Aliás, poucos entenderam direito e muitos compraram. Foram mais de 3 milhões em 3 meses! Mas, afinal, por que alguém precisa de um iPad?
“Porque ele é lindo! Levinho, fininho, super feminino. Adorei!”, diz a atriz Luana Athaydes.
Bom processador, três opções de memória, acesso a internet e peso irresistível. É um executor de mídias bem bacaninha. “Essa é a parte legal dele: poder ler livros nele”, afirma a estudante Tamara Chaves, de 19 anos.
Para usar no sofá, o estudante Tiago Aparecido não tem dúvidas: “Prefiro o iPad mesmo. Aqui fica um pouco complicado de digitar...”.
Mas é bom ficar ligado! O iPad é uma plataforma fechada. Não tem porta USB, entrada para CD e DVD nem bateria removível. É praticamente blindado!
Por isso, não dá pra fazer upgrade na placa de vídeo ou aumentar a memória, por exemplo - o que encurta a vida útil do aparelhinho. Traduzindo em miúdos: se você ainda não tem computador, pode não ser uma boa ideia ter apenas um iPad em casa.
Que tal então um netbook? O primo pobre do notebook!
“Tudo que preciso ele tem. É fácil de manusear e eu posso levar pra qualquer lugar. Tanto na cidade, interior, roça, então não vai me deixar na mão”, diz o comprador Duda Moura.
Também não é bem assim. Mas, de fato, eles andam melhorando.
O modelo que levamos para a rua tem um bom processador e uma ótima memória. Mas é um pouco mais gordinho - o que não incomodou. “É um computador legal que é pequeno, fácil de carregar”, completa Duda.
Entre ele e o iPad, Tamara preferiu o menos fashion. “É bem o propósito dele mesmo: é um computador pequenininho mesmo”.
Fomos atrás de quem entende do assunto para dar o veredicto sobre o uso do tal netbook!
“Ele é um equipamento que foi criado com a visão de se utilizar os aplicativos em uma nuvem. Poder acessar email, ver uma página na internet”, explica o especialista Ethienni Martins de Lima.
Computação nas nuvens ou “cloud computing” não é nada dos céus. É a simples ideia de acessar pela internet dados que estão armazenados em servidores em qualquer parte do mundo. Ou seja, os programas e arquivos não precisam estar instalados no HD do seu computador. Então, a capacidade da sua máquina não precisa ser fantástica.
E os smartphones? Podem ser um computador suficiente?
“O smartphone é levar o mundo no seu bolso”, diz a estudante Tamara Chaves.
Tem até os viciados nele. Numa busca rápida pela internet, por "smartphone addiction" - ou seja, o vício por smartphone, encontra-se quase meio milhão de respostas! “Faz tudo que os outros fazem, é super prático, menor ainda, não precisa de bolsa, não precisa de mochila, e ainda faz ligação”, conclui Tamara.
Ele é bom companheiro e sedutor. Mas tem a tela pequena, menor capacidade de processar dados e, para escrever muito, não dá!
“Você não vai digitar um trabalho de 15 páginas num smartphone. É quase impossível”, diz Tiago.
Ao contrário do smartphone, outro computador não pegou muito não. É um notebook diferente, com direito à tela sensível ao toque, touchscreen.
Mas ele gira e vira um tablet.
“Mas só porque faz isso aqui... acho pesado e feio”, completa.
Sim, existem versões mais leves, mas, em geral, são mais caras do que os notebooks convencionais.
Pensando bem, de convencionais eles não têm nada. As máquinas portáteis lançadas no início dos anos 80, chamadas de notebooks ou laptops, revolucionaram a relação do ser humano com o computador.
E entre um desktop e um laptop, o que você escolheria? Quais são as qualidades e os defeitos de cada um deles? Qual a vantagem de ter um desktop, que é maior, ocupa mais espaço, e não um laptop, tão bonitinho, tão portátil?
“O desktop é uma plataforma dita aberta. Nós podemos fazer upgrades nele. Nós podemos adicionar placas, nós podemos aumentar a capacidade dele”, explica Ethienni.
Tem profissionais que não abrem mão de nenhum dos dois! Alexandre trabalha com tudo ao mesmo tempo: “O desktop é a máquina de trabalho que a gente usa pra editar, pra corrigir cor, pra fazer composição de, cor que é a minha especialidade. Aqui eu concentro a cavalaria pesada. Eu fico conectado. O desktop pode mais. Fato. Mas essa pequenininha já socorreu essa grande aqui. Uma vez ela ficou dodói, eu tive que passar o filme pra cá”, diz, apontando o notebook.
Agora, respondendo à pergunta lá do início: não, nós não precisamos de tudo isso! Mas quem tem bala na agulha para ter um de cada... Que beleza!
Fonte - Jornal da Globo
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